Este blogue tem somente o objectivo, de passar músicas de ontem e hoje, a quem sinta a música como um «way of living».
Muito por culpa desta página, surge a SUNRISE FACTORY.
Para não pensarem que vivo apenas a pensar em música (mais que evidente que não), posto esta faixa, porque me deu vontade de saborear um granda caril e beber um copo de vinho. Sim, adoro gastronomia. Inclui comer e beber melhor! Achei piada e adicionei esta foto.
Ontem admito que "contornei" a crise instalada. Não poupei. Gastei alguns euros em discos. Um deles foi o de Suuns. Ainda não vou adiantar muito, contudo posso vos dizer que não precisei de café, para vir para o escritório! Já tinha postado uma deles, "Arena" e agora vos comprovo de que se trata de um grupo Bipolar. No bom sentido, claro. Vou ser sincero. Não faço "puto" de ideia se alguém lê estes meus "rascunhos" - talvez sim, talvez não. O que sei é que só agora, já sem Suuns na cabeça, terei de ir buscar um estimulante para o cérebro - café, com certeza.
Sim, eu de facto trabalho embora vá perdendo uns segundos, para escrever qualquer coisinha. Divirtam-se!!!!!!!1
Ah! esta versão ao vivo é menos poderosa que a gravada em estúdio. Infelizmente não a encontrei.
Sou aberto a todo o género musical embora esta música, não sendo de todo a minha praia, tem qualquer coisa. Mas acho que será a única a ser postada neste blog!
É de facto um álbum sombrio. No entanto, experimentem! Vale a pena. Para ouvir sozinho, ou em grupo. Sugestão: preparem um copo de whiskey "on the rocks" e disfrutem!
É impressionante como uma faixa de um álbum, pode de forma tão simples, tornar-se numa espécie de "fotografia". A fotografia foi a de 1 weekend, imensamente preenchido por Mega Boa Onda.
Your choice was right
No chance to be there now
I swear I'm done
You'll want to leave your path
It's yours to find
It's all you've ever done
You're falling down
You'll falling down to us
Não me apetece ir por este caminho, no entanto, ao ler este artigo, apeteceu-me equacionar qual seria a música, que reflecte o conteúdo deste artigo.
Não tenho interesse, em começar a seguir por esta via, todavia apeteceu-me.
Não, não gosto de Nirvana!!
"Numa altura em que precisamos de cérebros para ajudarem o país a sair do buraco, a TVI juntou um conjunto de acéfalos que dificilmente conseguiriam sair juntos de um elevador. Mesmo com a porta aberta.
Júlia Pinheiro, ex-libris do "apresentadorismo" nacional, afirma que "a Casa é o retrato do país". Pensei que estivesse a falar da sua própria casa. A preocupação começou quando percebi que se estava a referir à casa onde a TVI juntou um conjunto de pessoas que conseguiriam transformar em dez minutos o campus da Universidade de Cambridge no Jardim zoológico de Lisboa. Com mais bichos, barulho, lixo e confusão.
Submeti-me a três ou quatro sessões do programa. E apesar de gostar de esquilos, não quis ficar com o QI de um. Decidi parar. Não queria que viessem dar comigo agarrado ao sofá a salivar pelo canto da boca em estado semicomatoso. Não seria bonito e sujava as almofadas novas.
Já me tinham avisado, e passo a citar, pedindo desculpa pela rudeza do meu amigo: "nunca tinha visto tanto atrasado mental junto no mesmo espaço físico, e todos na minha televisão". "Deve ser esse o segredo" - respondi-lhe. "No fundo é uma reunião de retardados anónimos e eles não fazem a menor ideia". Mas São Tomé fez-me esperar pelo especial da noite com a menina Poeiras e o mini Bettencourt dos cabelos alourados - ou "Dr. Granger" - como lhe chamou Pedro Santana Lopes num comício.
E sou obrigado a discordar quando Júla Pinheiro diz que aquele conjunto de indivíduos é o retrato do país. Em primeiro lugar, o país é habitado por pessoas que na sua maioria fala português (coisa que ali não vi). Conseguindo por isso manter uma conversa durante dois minutos sem que 95% do que lhes sai da boca seja mer. Duas esfregonas villeda a falarem entre si comparadas com esta rapaziada parecem Sir. W. Churchill e F. Roosevelt em amena cavaqueira num banco da New Bond Street.
Refeições inteiras de óculos escuros e boné na cabeça. Chimpanzés e galinhas com o cio. O aldeão de serviço. Choradeira como tivesse morrido um familiar porque acabou o tabaco ou porque o não sei quantos foi expulso ("como é que o gajo se chamava? ele cheirava tão mal...porra"). Uma "senhorita" não sabia o significado da palavra "celibato" (porque será?). Outra abordou um colega da casa e saiu-se com um ternurento... "vou-me peidar". Sintomático. Não optou pela tradicional bufa, utilizou o chavão hardcore do mundo da flatulência. Bonita educação. Qualidade televisiva.
Por estas e por outras Sra. Júlia, e por muito que queira, esta casa não é retrato de país algum. É um grupo bastante "rasca" escolhido a dedo num casting onde estou certo que Vexa participou, que garante a boçalidade, pobreza de espírito, ignorância, conflito, sexo explícito fruto de paixões assolapadas de cinco minutos e se possível verborreia, insultos, polémica e pontapés que caracterizam este género de programas imbecis.
Num ponto concordamos: infelizmente o país gosta de ver. É só espreitar as audiências. Nem por isso passa a ser o país. Eu também gosto de ver um bom jogo de râguebi e não faço "placagens" aos vizinhos quando me cruzo com eles no hall do prédio. Ou desato a gasear com ou sem pré-aviso quem viaja comigo no elevador. A estupidez também é entretenimento. E a TVI sabe disso."
(Tiago Mesquita)
Expresso
Considero um dos melhores álbuns de FNM. Coloquei esta mas poderia ter colocado outra qualquer! O "Evidence" é genial. Se não estou em erro, este disco é de 1995 mas está na minha primeira prateleira de discos.
A capa de tons verdes que reflecte, uma mistura de raízes com larvas, é dos High Places VS Mankind. Banda que surge do ambiente de Los Angeles. Composta por 2 elementos com escolas distintas. Foi adquirido na Flur, espaço este que cada vez mais, me surpreende. Para mim a melhor loja de discos, em Lisboa e arredores. Voltando ao álbum, é rico em sons dignos de se colocarem num bar, algures em Formentera. Sondei e a Amazon identifica, que quem comprou este disco, adquiriu também Crystal Castles. Bem sei que devemos ser ecléticos. Porém, a meu ver não podem ser confundidos. Para ilustrar o género, coloco a faixa 2 "On giving up". Mais uma vez, aproveitem. E já agora, e apesar da recessão/crise (que assola o país - não é de agora), comprem discos/vinis. Não, eu não sou comissionado. Contudo defendo que um artista deve ser protegido. O que seria de nós sem música. Bem não vou se quer pensar nessa tragédia grega!
Resumindo e tocando o disco, este disco foi uma sugestão, e eu cá por mim, gostei!
O Grande Anton Corbijn!! Fotógrafo, cineasta e grande realizador de vídeos para grandes bandas. Como exemplo os DM. Já tinha postado esta música. Porém esta tem um videoclip absolutamente genial.
Acho que não coloquei nada destes senhores. Ora, são de Brooklyn e digamos, tocam um género de rock alternativo. Adquiri este CD em NY. O álbúm chama-se "Anytown graffiti" e recomendo da primeira à última.
Boas!!!
Com a próximidade do concerto dos Broken Social Scene, gostaria que ouvissem esta faixa. De certo, não será tocada pois o concerto, deverá, dedicar mais atenção ao útimo álbum. No entanto este "last place" é rico em emoções e apesar de algo depré, faz-me a mim porém, questionar se será mesmo este o último lugar! Divirtam-se e aproveitem.